
http://www.agenciapatriciagalvao.org.br/images
É por isso que esse blog faz críticas a certas letras da MPB que contribuam para elevar essa estatística.
A Imagem da Mulher na Música Popular Brasileira

A ONU MULHERES lança site com informações sobre violência contra mulheres e meninas.
Lançado pela Centro de Conhecimento pelo Fim da Violência contra Mulheres e Meninas, da ONU Mulheres, o sitwww.endvawnow.org tem informações atualizadas em inglês, espanhol e francês, fornecendo "uma plataforma web que reúne programação, conhecimento e as lições aprendidas a partir de iniciativas pelo fim da violência contra mulheres e meninas em todo o mundo."
O Centro é uma iniciativa da ONU Mulheres, que reúne contribuições de organizações e indivíduos, governos e outras agências das Nações Unidas.
O objetivo do site é atender as necessidades de gestores/as, tomadores/as de decisão e outros profissionais dedicados a enfrentar a violência contra mulheres e meninas, estimulando a divulgação de dados sobre a elaboração, implementação, monitoramento e avaliação de iniciativas para prevenir e punir a violência contra mulheres e meninas.
Fonte: http://www.agenciapatriciagalvao.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=1608&catid=43


Segundo a Central de Atendimento à Mulher, serviço da Secretaria de Políticas para as Mulheres, 530.542 ligações foram feitas para o nº. (180) informando vários tipos de violência contra a mulher, sofridas no ano em curso – 2011 – até o final do mês de outubro. Desse total geral acima mencionado, 35.891 foram denúncias de violência física; 14.015 relatos de violência psicológica; 6.369 comunicações de violência moral; 959 referências de violência patrimonial; 1.014 menções de violência sexual; 264 registros de cárcere privado; e 31 acusações de tráfico de mulheres.
A Secretaria de Políticas para as Mulheres anunciou ontem, (dia 25 de novembro) – Dia Internacional da Não Violência Contra a Mulher – a ampliação do serviço para brasileiras que vivem em Portugal, na Espanha e na Itália.
Outro dado relevante detectado nessa estatística: a maior parte das mulheres que ligam tem idade que varia entre 20 e 40 anos além de continuarem morando a mais de uma década com o agressor.
Como último informe, que acreditamos ser extremamente pernicioso do ponto de vista familiar e social, diz respeito a percentagem de 66% dos filh@s presenciam a violência enquanto 20% sofrem violência junto com a mãe.
Mensagem do (Ex) Secretário-Geral da ONU Kofi Annan, por ocasião do
Dia Internacional Para a Eliminação da Violência Contra as Mulheres.
Em 25 de Novembro de 2006
Fonte: Centro de Informação das Nações Unidas em Bruxelas – RUNIC
“A violência contra as mulheres causa enorme sofrimento, deixa marcas nas famílias, afetando as várias gerações, e empobrece as comunidades. Impede que as mulheres realizem as suas potencialidades, limita o crescimento econômico e compromete o desenvolvimento. No que se refere à violência contra as mulheres, não há sociedades civilizadas.”
VIOLÊNCIA DOMÉSTICA, MORAL, SEXUAL E PSICOLÓGICA
Quando se fala em violência de gênero, o que vem logo a cabeça das pessoas?
É que esse tipo de violência trata-se apenas, de uma postura brutal, praticado pelo agressor, no ambiente intra-familiar contra a mulher, em circunstâncias as mais variadas e entendidas, tão somente, como restrita ao âmbito das relações domésticas.
Em geral, esse ato hostil começa pelos maus tratos verbais à mulher por parte do parceiro de cama e mesa. Logo depois, descamba para uma tapa, considerada por uma grande maioria de pessoas como de somenos gravidade. Bastam ouvir algumas letras musicais contemporâneas, inclusas no repertório rítmico de alguns axés baianos, forrós nordestino ou sambas e pagodes do sudeste para constatar como essas letras induzem a prática explícita da violência física. Causa espanto, porém, ouvi-las interpretadas insistentemente, pela voz de algumas cantoras famosas. Pensando bem só é o que se ouve em alto e bom som, diante de platéias entusiasmada, enquanto dançam freneticamente em show por esse Brasil afora. Em certas músicas, a repetição em uníssono de um determinado refrão em intervalos regulares, batendo insistentemente na mesma tecla, evidencia a intenção de atingir em cheio o inconsciente coletivo a exemplo de certos enunciados afirmativamente grotescos, como seja de uma determinada música baiana contemporânea de que “um tapinha não dói”.
Isso é a incitação escancarada e recorrente da violência como já cansamos de ouvir em ditos falaciosos do tipo “tapa de amor não dói”; “mulher apanha porque gosta. Divulgar esse tipo de músicas tendenciosas só vem a corroborar com as atitudes cotidianas tomadas por uma maioria de homens bem significativa, as quais vão de insultuosas a ofensivas, já que tais letras deixam a impressão de apoio ao agressor e por isso, faz com que a mulher vitimada, por receio de não ser apoiada pela opinião pública, se sinta muitas vezes, acuada perante a mensagem musical emitida através desse segmento artístico que, de tão alto poder de propagação pode, também, servir como agente de manipulação do imaginário popular.
Portanto, quando não houver reação a nível individual por parte da mulher há que haver algum mecanismo oficial legalmente constituído que possa intervir para coibir - desde o menor indício - a violência quando ela for legitimada por qualquer que seja o segmento da sociedade. É o caso das muitas composições atuais, que contam com uma ampla divulgação nos meios de comunicação, ainda que sejam extremamente misóginas. Dessa maneira vão servindo para disseminar o machismo através da arte e da mídia e ratificar o “poder” do homem de usar da sua superioridade física para atacar a mulher na intenção feri-la. Desse jeito, o tal tapinha que afirmam não doer, parte para a bofetada - uma pancada com mais força – e como desdobramento vai num crescendo contínuo chegando à violência torturante e sem freios, até chegar ao ato mais extremo: o assassinato que acontece todos os dias de forma alarmante por todo o país.
Porém, além desse tipo de ataque a integridade física da mulher, que acontece mais frequentemente, nos relacionamentos convencionais constituídos pela união conjugal, seja ela matrimonial - na forma da lei - ou consensual a violência contra a mulher também pode acontecer além do ambiente privado, ou seja, no espaço público atingindo mulheres de todas as classes sociais, raças/etnias, nível educacional, formação profissional e de todas as idades, desde a menina até a mulher idosa.
Evidentemente, há múltiplas ocorrências de violência contra a mulher, capazes de causar danos incomensuráveis. É o caso da intimidação moral impingindo às mulheres formas de conduta diferenciadas dos homens, também aquela que causa sofrimento psicológico causando constrangimento e sujeição perante situação moralmente desconfortável, além das ofensivas sexuais delineadas desde o assédio a pedofilia e estupro e a violência patrimonial, conforme está descrita na lei Maria da Penha seja resultante de toda e qualquer ação contra a mulher onde haja a intenção de retenção, subtração, destruição parcial ou total dos bens materiais dela pelos parceiros, e outros membros da família, (irmão, filho etc.) ao se apropriarem indevidamente de seus pertences pessoais ou instrumentos de ordem profissional no intuito de prejudica-las.
Com o aumento da longevidade as mulheres idosas tem sido as que mais sentem esse tipo de violência ao serem desfalcadas de seus recursos econômicos – pensão, herança ou aposentadoria e subtraídas dos seus valores, direitos.
Em análises anteriores, feitas nesse blog, já vimos letras de música mais antigas que induziam a violência física. Entretanto, o que nos deparamos nos dias de hoje é com uma profusão de letras cuja temática não só invista no ataque a integridade física da mulher, mas é enorme o número de composições provocativas abordando insistentemente a desvalorização da mulher com frases de baixo calão, agressões morais e cheias de metáforas comparando a mulher a animais e desqualificando-as na esfera da sexualidade.
De um tempo para cá, os conteúdos das letras vem passando por um processo de baixaria enorme quando se referem a moral, sexualidade, atitude e caráter da mulher. Corriqueiramente são indicadas de forma grosseira como devassas, ordinárias, de conduta libidinosa e toda sorte de insultos associados à agressão psicológica sugeridas como portadoras de perversões libidinosas entre outra série de difamações sórdidas ao defini-las e conceitua-las.
Esse panorama atual da música popular brasileira é tão constrangedor que começou a causar desconforto a uma parcela da população provocando ações reprovativas por parte das feministas, de representantes da classe política e de um segmento da própria mídia. Haja vista, recentemente, dois Projetos de Lei, de autoria da deputada estadual Luiza Maia (PT-BA) e do deputado Luciano Siqueira (PCdoB-PE), que proíbem o uso de recursos públicos para a contratação de artistas que em suas apresentações desvalorizem e incentivem a violência e a discriminação contra mulheres, negros e homossexuais, denigram a mulher ou suscitam a violência entre gêneros, contando inclusive, com o protesto da própria ministra Iriny Lopes, da Secretaria de Política para as Mulheres que já se posicionava contra essas músicas desde quando era parlamentar.
Agora, pra finalizar esse texto, incluo aqui duas letras que foram gravadas pela primeira vez em meados do século 20 e traz uma análise muito atual de como a violência contra a mulher seja ela física, sexual, psicológica ou patrimonial pode levá-las a autopunição chegando ao suicídio como atitude extrema. Nesse caso, numa música a letra expõe o drama de uma jovem porta-bandeira ao dar cabo à própria vida, da maneira mais trágica possível. Tudo causado pela violência psicológica moral sofrida quando se vê na eminência de ser mãe solteira:
Hoje não tem ensaio não
Na escola de samba
O morro está triste
E o pandeiro calado
Maria da Penha
A porta-bandeira
Ateou fogo às vestes
Por causa do namorado
Hoje não tem ensaio não...
O seu desespero
Foi por causa de um véu
Dizem que essas Marias
Não tem entrada no céu
Parecia uma tocha humana
Rolando pela ribanceira
A pobre infeliz
Teve vergonha de ser mãe solteira.
A outra música foi selecionada para exemplificar a violência também auto infligida, pela própria mulher, identificada por manter uma união formal com o marido, exercendo a função de “dona de casa”, com a vida restrita apenas ao ambiente do lar, onde pelo que a notícia no jornal pressupõe, impera a desarmonia, provavelmente, por conta de toda sorte de maus tratos sistemáticos ocorridos na relação doméstica.
A freqüência da violência doméstica faz com que a baixa auto-estima da mulher se solidifique em desgosto pela vida amargurada que leva até que chega um dia que depois de suportar tanto padecimento em completa resignação, amedrontada e em total desalento, sem ao menos vislumbrar qualquer saída possível a pressão explode na tentativa de suicídio.
O interessante é ver focalizado no relato do noticiário jornalístico a reprodução exata desse tipo de ato tomado por mulheres em momentos de desespero como se pode bem observar nessa letra:
Notícia de Jornal
Autoria: Luís Reis / Haroldo Barbosa
Tentou contra a existência
No humilde barracão
Joana de tal
Por causa de um tal João
Depois de medicada
Retirou-se pro seu lar
Aí a notícia carece de exatidão.
O lar não mais existe
Ninguém volta ao que acabou
Joana é mais
Uma mulata triste que errou
Errou na dose
Errou no amor
Joana errou de João
Ninguém notou
Ninguém morou
Na dor que era o seu mal
A dor da gente não sai no jornal.
| Para a campanha referida, o marido ideal precisa ser o provedor; caso contrário, não pode ter uma mulher linda e disponível para o sexo |
Para gastar todo o dinheiro do marido e conseguir sua compreensão, a mulher brasileira precisa lhe conceder sexo. O ensinamento de uma campanha da lingerie Hope, protagonizada por Gisele Bündchen, causou justa indignação a ponto de a Secretaria de Políticas para as Mulheres pedir sua suspensão.
Essa e outras manifestações sexistas escamoteiam faceta pouca explorada: o homem também é discriminado. Ora, para a campanha referida, o marido ideal precisa ser o provedor; caso contrário, não pode ter uma mulher linda e disponível para o sexo. Como um cão no cio, necessita de sexo a todo momento e a todo custo. Não deve se importar com a satisfação da parceira; basta que ela finja prazer.
Se analisarmos comerciais dirigidos aos homens, veremos que, nessas peças, eles são tratados como crianças abobalhadas. Os de cerveja os perfilam como tipos pouco inteligentes, fazendo (e rindo de) piadas idiotas, e com um só objetivo na vida: sexo. Um recente comercial da Volkswagen mostra um pai com vergonha do filho pois o menino, além de não surfar ou tocar guitarra, ainda não "pegou" uma garota.
Como todo projeto de dominação e preconceito, a discriminação de gênero, embora baseada numa suposta inferioridade feminina, atinge a todos, porque cria regras "naturais" para o comportamento dessa ou daquela pessoa, baseando-se apenas em seu sexo. Adeus, individualidade e diversidade.
No mundo que se convencionou chamar masculino, não há lugar para poesia, para emoções. Sensibilidade é uma capacidade indesejável, ligada a tudo o que é considerado inferior, ou seja, ao feminino.
A educação dirigida aos meninos é completamente diferenciada. Bonecas são brinquedos educativos para as futuras mamães, mas causam horror se manipuladas por meninos. O "instinto materno" é aprendido desde a infância, mas não se ensina o paterno (não à toa, se considera tão natural as mulheres ficarem com os filhos numa separação).
Homem não chora, é autossuficiente, não demonstra fragilidade e não leva desaforo pra casa. Se ele se irrita, agride pessoas, deve ser compreendido, porque, afinal, é apenas um… homem, infantilizado pela família e pela sociedade. Enquanto mulheres dividem com outras medos e frustrações, o homem se fecha. Do ambiente familiar, repleto de emocionalidades, resta a ele fugir. O bar e o álcool são o refúgio viril que a sociedade lhe dá.
É preciso rever certos conceitos. Isso passa pelos meios de comunicação de massa, que reforçam estereótipos e criam outros, à guisa de fazer "piadas inocentes".
Nós, homens do século 21, somos seres pensantes. Não queremos prover ninguém, almejamos unir esforços. Se por acaso nossa renda for insuficiente ou nula, que nos respeitem. Gostamos, sim, de sexo, mas não pensamos nisso 24 horas por dia. Nos interessa o futebol mas também o balé, a música, a arte, a poesia. E choramos, sim.
Por isso, pedimos ao Conar que suspenda a propaganda da Hope e outras ridículas, não só por ofenderem nossas mães, filhas e esposas, mas por nos agredirem profundamente enquanto homens.
FAUSTO RODRIGUES DE LIMA é promotor de Justiça do Distrito Federal e coautor do livro "Violência Doméstica - A Intervenção Criminal e Multidisciplinar"
Os artigos publicados com assinatura não traduzem a opinião do jornal. Sua publicação obedece ao propósito de estimular o debate dos problemas brasileiros e mundiais e de refletir as diversas tendências do pensamento contemporâneo.
Folha de S. Paulo, Opinião, 5/10/2011
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz0510201108.htm
Enviado por Tamara Amoroso Gonçalves para: redemulheremidia
Hoje a comunidade virtual brasileira está fervilhando com o debate sobre a legalização do aborto. O assunto começou por conta da Campanha 28 de Setembro pela Despenalização e Legalização do Aborto na América Latina e no Caribe, que inspirou posts em muitos blogs, feministas ou não.


Mulher nos Meios de Comunicação
By Rachel Moreno,
Exposição do corpo feminino de forma acentuada, mulheres mostradas apenas como frágeis, doces e românticas ou como simples objeto de desejo masculino. Esses são exemplos de situações sexistas observadas em alguns anúncios publicitários. O tema foi lembrado esta semana por organizações feministas por ocasião do Dia Internacional da Imagem da Mulher nos Meios de Comunicação – 14 de setembro.
Feministas denunciam publicidade sexista em data comemorativa
As cervejarias são uma das mais denunciadas por publicidade sexista.
Em um documento publicado no sítio da Federação de Mulheres Progressistas, as feministas chamam a atenção para propagandas em que as mulheres aparecem como público exclusivo, mesmo que o produto seja para uso masculino e feminino. Outro caso de anúncio sexista é aquele em que a mulher é invisível, ou seja, a propaganda utiliza apenas o masculino para se referir aos dois gêneros.
Leia também: EBC e ONU Mulheres comemoram 30 anos do programa Viva Maria
Para elas, também são exemplos típicos de anúncios sexistas aqueles em que as mulheres são retratadas como dependentes e sustentadas por um homem; abordadas somente como mães, esposas e donas de casa; representadas como femininas, doces e carinhosas ou, no extremo oposto, como chatas, invejosas, mandonas e fofoqueiras, reforçando, dessa forma, estereótipos; valorizadas apenas pela beleza física; ou mostradas em profissões ou cargos inferiores aos dos homens.
Para evitar situações desse tipo, a Federação sugere que as agências de propaganda criem manuais de estilo com perspectiva de gênero e adote ações como não utilizar o masculino para englobar os dois gêneros, utilizar termos comuns para o masculino e o feminino, evitar a subordinação do gênero feminino e o uso exclusivo do masculino para se referir a determinados cargos, principalmente quando desempenhados por mulheres, e substituir a palavra escrita em um gênero pelo oposto para saber se a frase é ofensiva para algum dos dois.
O Dia Internacional da Imagem da Mulher nos Meios de Comunicação foi celebrado na quarta-feira (14) em várias partes do mundo. A data foi instituída durante do 5º Encontro Feminista Latino-Americano e do Caribe, realizado em 1990, em San Bernardo, Argentina.
A escolha do dia foi para homenagear o programa Viva Maria, que entrou no ar pela Rádio Nacional de Brasília (Brasil) no dia 14 de setembro de 1981. Comandado pela radialista Mara Régia di Perna, o programa discutia questões feministas e abriu espaço para o movimento de mulheres.
Dentre as lutas feministas visibilizadas pelo programa estavam a criação da primeira delegacia de Atendimento da Mulher de Brasília e o incentivo à amamentação materna. Viva Maria permaneceu no ar até maio de 1990, quando a radialista Mara Régia foi demitida por Fernando Collor de Mello, então presidente do Brasil, que a considerava como uma "liderança negativa”.

Nesta quarta-feira (14), (Ontem -"grifo meu que só fiquei sabendo hoje - quinta-feira dia 15" )às 19h, o Museu de Arte Popular – MAP, vinculado à Fundação de Cultura Cidade do Recife, realiza mais uma rodada de conversas sobre literatura de cordel, dentro da série Diálogos. Desta vez, o mote do debate do projeto Teia de Cordéis é a trajetória das mulheres dentro do contexto da poesia popular, muito marcado pela sociedade patriarcal e machista. O tema ainda dialoga com a 5º Primavera dos Museus, que este ano debaterá “Mulheres, Museus e Memórias”. Com o título Mulheres em Cantos e Versos, o bate-papo acontece no Centro Cultural dos Correios.
O encontro tem como convidadas a pesquisadora doutora em História, Ângela Grillo (UFRPE) e as cordelistas Susana Morais e Mariane Bigio, integrantes do grupo Vozes Femininas. As debatedoras irão abordar a trajetória das mulheres dentro da produção cordelista nacional e as estratégias adotadas para driblar a invisibilidade social, diante da hegemonia masculina na construção de representações sobre o gênero feminino e a dificuldade de acesso das mulheres ao consumo e a produção literária.
Serviço:
Diálogos IV… - Tema: Mulheres em Cantos e Versos, com Ângela Grillo, Susana Morais e Mariane Bigio
14 de setembro (quarta-feira), às 19h
Centro Cultural dos Correios: Av. Marquês de Olinda, 262, Bairro do Recife
Informações: 81 3355-3110
BREVE PERFIL DAS PARTICIPANTES:
Susana Morais | Poeta cordelista, oficineira de poesia popular, recitadora. Graduada em História pela Universidade de Pernambuco. Integrante e uma das fundadoras da Unicordel – União dos Cordelistas de Pernambuco. Integrante do grupo Vozes Femininas, composto por Cida Pedrosa, Mariane Bigio e Silvana Menezes, que se apresenta de forma profissional em vários eventos no Recife e outras cidades de Pernambuco. É autora dos cordéis “Presença Feminina na vida e obra do Rei do Baião”, “Sombras do Cangaço ou A Versão de Maria Bonita”, entre outros.
Mariane Bigio | Formada em Comunicação Social, com habilitação em Rádio e TV na Universidade Federal de Pernambuco – UFPE. Locutora, repórter, produtora, montadora e diretora, poeta e declamadora no grupo Vozes Femininas. Membro da UNICORDEL (União dos Cordelistas de Pernambuco). Em 2009, dirigiu e montou o videopoema experimental Corpo Urb que trata sobre os conflitos interiores de uma mulher angustiada frente a sua “urbe” caotizada.
Angela Grillo | Doutora em História pela Universidade Federal Fluminense e École des Hautes Études em Sciences Sociales em Paris, França. Professora da Universidade Federal Rural de Pernambuco atuando na Graduação, Especialização e no Mestrado de História. Pesquisadora na área de História Cultural, História das Mulheres, Cultura Popular e Literatura de Cordel. É autora de trabalhos como “A Arte do Povo: histórias na literatura do cordel (1900/1940)”, “Evas ou Marias? As mulheres na literatura de cordel: preconceitos e estereótipos”, entre outros.
Notícia Retirada Da Redação do Site do Deputado Luciano Siqueira.


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| Autor: | Maria Aurea Santa Cruz |
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| ISBN: | 8585363533 |
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| Gênero: | Artes |
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| Editora: | Rosa dos Tempos |
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| Preço: | R$ 24,90 |
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PagSeguro: sua compra garantida ou seu dinheiro de volta.
Comprar até: 13d 21h (28/09/2011 12:37)
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Tipo de produto: novo
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ISBN-13: 9788585363536
Livro em português
112 pág.
1ª Edição - 1992
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R$20,83 - 1 ofertaMaria Áurea Santa Cruz
| Editora: | Rosa dos Tempos |
|---|---|
| Ano: | 1992 |
| Edição: | 1ª |
| Páginas: | 111 |
| Peso: | 130 gr |
| Formato: | Normal |
| Capa: | Brochura |
| Conservação: | |
| Código: | 01914 |
R$ 12,00
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| Impresso Normal | R$ 3,60 |
O Preço no anúncio e referente ao impresso normal !
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