quarta-feira, dezembro 03, 2014

Datas Importantes No Calendário De Dezembro Para Lembrar E Nunca Esquecer Que É Preciso Conquistar Sempre Direitos e Cidadania Às Mulheres & Homens


01/12 - Dia Mundial de Combate à AIDS
Marca o começo de uma Campanha anual destinada a fortalecer o esforço global para enfrentar a epidemia da AIDS.


A primeira campanha foi lançada em 1988, depois da Cúpula Mundial dos Ministros da Saúde, chamando a atenção para um espírito de tolerância social e uma maior troca de informações sobre HIV/Aids.


Os dados demonstram o aumento de casos entre mulheres. Na faixa etária entre 13 a 19 anos a Aids já é maior entre meninas, sem descartar as mulheres contaminadas pelos próprios companheiros: maridos, amantes, namorados...

06/12 Massacre de Montreal, Canadá (1989)
No começo de 1989, um estudante de 25 anos, entrou armado na Universidade de Montreal e começou a disparar gritando que queria "apenas mulheres". O saldo da tragédia foi de: 14 mulheres mortas e outras 13 pessoas feridas.

As vítimas do massacre tornaram-se um símbolo da injustiça praticada contra as mulheres. O episódio inspirou a criação da Campanha do Laço Branco, idealizada por homens comprometidos com o fim da violência contra a mulher.
 
 06/12 Campanha do Laço Branco


Os Homens Instituíram uma Campanha Pelo Fim da Violência Contra as Mulheres em decorrência do do Massacre de Montreal: O dia 6 de dezembro foi escolhido para que a morte daquelas mulheres (e o machismo que a gerou) não fosse esquecida. Trabalhando junto a diversos órgãos das Nações Unidas, particularmente o UNIFEM e em parceria com organizações de mulheres, a Campanha do Laço Branco hoje está presente em todos os continentes e em mais de 55 países, sendo apontada pela ONU como a maior iniciativa mundial voltada para o envolvimento dos homens com a temática da violência contra a mulher.
No Brasil, algumas iniciativas pontuais começaram a ser delineadas em 1999, por meio de atividades dirigidas a essa temática, realizadas Em Recife, pelo Instituto Papai e, em Brasília, pelo Promundo

10/12 - Dia Internacional dos Direitos Humanos & Encerramento da Campanha 16 Dias de Ativismo

Foi instituída em 1948, pela Organização das Nações Unidas (ONU), da Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH), código ético e político do século XX. 
 
18/12 - Dia da Adoção da CEDAW - Convenção sobre: Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra a Mulher
A Convenção para a Eliminação de todas as Formas de Discriminação contra a Mulher foi adotada pela Assembleia Geral em 18 de dezembro  de 1979, e entrou em vigor em 3 de setembro de 1981.


terça-feira, novembro 25, 2014

Violência Contra a Mulher é Crime .Denuncie. LIGUE 180 E DENUNCIE


Dia 25 de Novembro, o Dia Internacional de Luta contra a Violência sobre a Mulher, instituído, em 1999, pala Organização das Nações Unidas (ONU).
A data foi escolhida para homenagear as irmãs Mirabal (Pátria, Minerva e Maria Teresa), assassinadas pela ditadura de Leônidas Trujillo na República Dominicana.
Em 25 de Novembro de 1991 teve início a Campanha Mundial pelos Direitos Humanos das Mulheres, sob a coordenação do Centro de Liderança Global da Mulher, que propôs 16 Dias de Ativismo contra a Violência sobre as Mulheres.

Existe apenas uma verdade universal, aplicável a todos os países, culturas e comunidades: a violência contra as mulheres nunca é aceitável, nunca é perdoável, nunca é tolerável.
BAN KI-MOON - SECRETÁRIO-GERAL da ONU





sábado, novembro 22, 2014

Eliane de Grammont - Violência Contra a Mulher


Resolvi atualizar essa postagem - nesse mês de novembro - para que Nunca Esqueçamos  que a "Violência Contra a Mulher" tem ainda muita luta ainda pela frente. 
Ela já foi publicada em 21/03/2009 com o seguinte  título: "Eliane de Grammont. Um marco decisivo  no combate a violência contra a mulher".

Amélia de você
Lançada– 1977 / 1978
Elena de Grammont / Eliane de Grammont
Samba-canção
Intérpretes que gravaram em 1978: Ângela Maria e tb, Edith Veiga

Tentei mudar você
Não consegui e desisti porque
Você não tem mais jeito
Cansei de ser Amélia santa e boa
Que esquece que perdoa
Seus defeitos
A vida com você é uma loucura
Me deprime e me satura
Ser Amélia já era
Tentei mudar você
Não consegui não deu
Quem deve então mudar sou eu
Mas acontece que eu choro eu falo
Anoitece e eu me calo
Pra pensar só em você, cheia de amor
Seus erros, seus defeitos já não importam
Não tiro os olhos da porta
Para ver você entrar e me beijar
E toda encolhidinha nos seus braços
Não escondo e nem disfarço
Toda minha emoção
Tentei mudar você não consegui porque
Nasci para ser Amélia de você
Nasci para ser Amélia de você.


O que aconteceu com Eliane de Grammont?





Eliane de Grammont, autora da música e letra acima, feita em parceria com a irmã, (cabe aqui uma correção: ver abaixo, solicitação de Adriana de Grammont que corrige o dado pesquisado por mim sobre a parceria da música como sendo com uma irmã da Eliane. Pelo informe recebido, a parceira Helena de Grammont, na música acima citada, é na verdade, mãe da vítima) que além de compositora era cantora na década de 70. Em 30 de março de 1981, ela foi assassinada covardemente, quando se apresentava no palco de uma casa de show na capital paulista. O autor dos disparos, Lindomar Castilho, ex-marido da vítima – também cantor e compositor de boleros – e um dos maiores vendedores de discos do Brasil nos anos 70, foi, inclusive, consagrado em 1977, como campeão de vendas no México e na Califórnia.
Por essa época, ela o conheceu, começaram a namorar e, em 1979 casaram. O matrimônio a fez abandonar a carreira profissional para se dedicar unicamente ao lar e cuidar da filha, fruto da união dos dois. Mas, o casamento não durou muito tempo. Eliane, aos 26 anos pediu a separação, o que Lindomar não aceitou de bom grado, levantando suspeitas de que ela o estava traindo, deixando-o, por ter um envolvimento extraconjugal com Carlos Randall, primo do cantor, o qual passara a acompanhá-la ao violão na medida em que ela voltou a fazer shows.
Três meses depois de separada, quando cantava no bar Belle Epoque, no bairro da Bela Vista, em São Paulo, Eliane levou cinco tiros pelas costas chegando uma bala, ainda a ferir também o violonista Randhal. Lindomar foi preso em flagrante. Nos autos do processo ficou comprovado a premeditação de forma covarde e bárbara, pois o homicida antes de ir até a casa de show aonde a ex-mulher se apresentava, havia comprado um revólver calibre 38 e balas do tipo "dundum", que ao perfurar a vítima explodem dentro do corpo causando lesões intensas e irremediáveis.

A Repercussão do Homicídio

O crime gerou de imediato, grande comoção na sociedade paulistana onde, Eliane, voltando à ativa tinha grande receptividade do seu público, sendo muito admirada como cantora, prenunciando uma carreira promissora pela frente.



Esse homicídio cruel, com requintes de perversidade, tornou-se um caso emblemático em função da decisiva manifestação organizada pelo movimento feminista, mobilizado durante todo o julgamento, a fim de não deixar a impunidade mais uma vez prevalecer.
Acontece que, até aquela época, assassinatos da mulher por maridos ou companheiros eram considerados pela lei penal “crime de ação privada” e nas decisões judiciais o procedimento comum da defensoria do réu era alegar “legítima defesa da honra”. Mas esse artifício processual, aqui no Brasil, já não colava mais como antes, quando era aceito como o maior atenuante pelo júri na soltura do acusado. Isso, graças à pressão dos grupos de mulheres – que se disseminavam pelas cidades brasileiras. Então, a defesa do cantor tentou outros meios de amenizar-lhe a culpa, resvalando para o “delito de ordem passional” que mediava a infidelidade conjugal como sendo argumento principal. Alegou o ciúme como motivo propulsor da "privação de sentidos" do réu na ocasião exata do crime. Porém, o empenho coletivo das mulheres já engajadas na luta feministas, combatendo veementemente a violência contra a mulher, transformou-se em um marco na história jurídica brasileira ao condenar por homicídio doloso o cantor a 12 anos de prisão por meio de um júri popular, no dia 23 de agosto de 1984. Apesar disso tudo, Lindomar Castilho ficou preso somente, até 1988, quando obteve liberdade condicional.


Segunda Onda do Feminismo – Um divisor de águas


Contribuiu para essa mudança de mentalidade a “segunda onda do feminismo”, formada em meados de 60 nos Estados Unidos e Europa, passando ininterruptamente a acumular mais conquistas do que derrotas até que na década de 70, inicia de vez o processo organizativo das mulheres por quase o mundo inteiro. No cenário nacional, a exemplo de outros países, o novo feminismo começa com os grupos de reflexão (poucos, porém polêmicos e combativos). Segue daí por diante, uma trajetória ascendente de enfrentamento em defesa de direitos e autonomia plena da mulher. O movimento feminista deu uma guinada total na vida das mulheres estimulando a criação de ONGs Feministas, Associações Comunitárias de Defesa da Mulher, Fórum de Mulheres, Delegacias da Mulher, Coordenadorias e Conselhos Estaduais e Municipais dos Direitos da Mulher e Casas Abrigo das vitimas de violência em eminente perigo de morte.

Não pule fora desta luta,
Diga não a violência contra a mulher 
Vale aqui uma ressalva: a semente que germinou tudo o que agora existe e o mais que, ainda está por vir, para melhorar a qualidade de vida das mulheres e proteger seus direitos fundamentais, começaram com as campanhas que as mulheres empreenderam exigindo que a justiça fosse feita a todo custo, a começar pelo julgamento do crime contra Eliane e continuando, até então, em processo contínuo por tantas outras mulheres assassinadas, agredidas e violentadas e que deram visibilidade maior às ações e manifestações dos grupos feministas. 
Conquista do Movimento de Mulheres, Afinal Legalizada


Pra melhor esclarecer sobre a denominação de Maria da Penha dada à Lei n°11.340/06, promulgada em 7 de agosto de 2006, é bom saber quem é essa mulher.
Pois bem, a biofarmacêutica Maria da Penha é uma sobrevivente do morticínio tragíco e descomunal de mulheres – último estágio da violência conjugal. Foi agredida durante anos pelo então marido, Marco Antonio Herredia, que não satisfeito com as ofensivas atentou contra a vida dela por duas vezes. Em 1983, ele desfechou contra Maria da Penha um tiro nas costas deixando-a paraplégica.
Cabe aqui um parêntese: são incontáveis no Brasil as inúmeras vítimas desse grave drama que se mostra estatisticamente cada vez mais exorbitante. E tudo resulta de um machismo sem freio, que prima pela covardia sob a conivência da sociedade A característica primordial da criminosa brutalidade sexista, até então vigente, está amparada, antes de mais nada, na falsa suposição do poder absoluto do homem ante à submissão incondicional da mulher.
Voltemos, pois a Maria da Penha. Mesmo imobilizada a uma cadeira de rodas, ela jamais esmoreceu no seu objetivo de que a justiça fosse feita.
Daí em diante, lutou por anos e anos seguidos até conseguir que o seu agressor fosse condenado. Agora, tornou-se símbolo contra a violência doméstica.
Em 2001, dezoito anos após o atentado que a imobilizou para sempre numa cadeira de rodas, alcança uma grande vitória ao ver a Comissão Interamericana de Direitos Humanos responsabilizar o Brasil por omissão e negligência em relação à violência doméstica. Mas, somente em 2003 (exatamente 20 anos depois) o ex-marido de Maria da Penha, condenado pelo crime cometido, vai para a prisão.
Enfim, Maria da Penha é homenageada com a lei trazendo seu nome, não só por por sua batalha para dar um veredicto ao seu caso específico. Foi fundamental o trabalho incessante em busca da punição judicial finalizada na sentença condenatória. No entanto, seu esforço teve o reconhecimento merecido pelo combate que travou o tempo inteiro na aprovação dessa lei determinatória de normas jurídicas punitivas a todo e qualquer modo de violência contra a mulher brasileira. Destarte, durante a cerimônia aonde a lei foi afinal sancionada, falou e disse essa cearense combativa :
“Essa lei representa os primeiros passos na direção de um mundo onde homens e mulheres vivam harmoniosamente”.


A Casa Eliane de Grammont





O julgamento seguido de condenação pela morte de Eliane Grammont ficou como um marco decisivo no combate á violência contra a Mulher empreendida pelo movimento feminista nacional. No ano seguinte, em 1985, a cidade de São Paulo inaugurou a primeira Delegacia de Defesa da Mulher do Brasil. Em 09 de março de 1990, Luiza Erundina – primeira mulher eleita prefeita da maior capital em densidade populacional do país, São Paulo – atendendo a uma solicitação do Movimento Feminista fundou uma casa de amparo às mulheres vítimas de seus companheiros, dando a esse Centro de Referência o primeiro serviço público municipal do país nesse tipo de atendimento integral às mulheres nos casos de violência doméstica e sexual o nome de Eliane de Grammont. Lá é oferecido atendimento psicológico e de assistência social, como parte de uma política de prevenção e enfrentamento da violência contra as mulheres. Além de articular com outros serviços a construção de uma rede de atendimento às usuárias. Desta forma, tornou-se um modelo para implantação de serviços destes tipos em outras prefeituras, auxiliando na criação de centros semelhantes.
Recebi um comentário de Adriana de Grammont solicitando que fosse feita a devida correção neste texto . Agradeço a gentileza da mensagem e trancrevo abaixo, o texto original, que diz aonde eu errei, já enviando de imediato minhas desculpas pela falha na informação:
"Somente para retificar que a autoria da música "Amélia de você" é de Elena de Grammont (mãe da Eliane) e não irmã como estão informando no texto. Agradeceria se vcs fizessem esta correção. Parabéns pela matéria!!Um abraço,Adriana de Grammont 10 de Julho de 2009 21:18"

terça-feira, agosto 26, 2014

Licença Paternidade - Ele Pode Fazer isso



Prêmio Margarida Alves recebe inscrições até 30 de agosto de 2014


http://racismoambiental.net.br/2014/07/premio-margarida-alves-recebe-inscricoes-ate-30-de-agosto/

ASA - Estão abertas até o dia 30 de agosto as inscrições para a 4ª Edição do Prêmio Margarida Alves de Estudos Rurais e Gênero   Mulheres e Agroecologia. O prêmio tem o objetivo de divulgar pesquisas e estudos sobre a igualdade entre mulheres e homens no meio rural. Este ano, o prêmio tem um enfoque especial voltado para a agroecologia.

O Prêmio tem âmbito nacional e selecionará os melhores trabalhos sobre o tema Mulheres e Agroecologia, em três categorias: ensaio inédito, relatos de experiências e memórias.

A iniciativa é uma homenagem a Margarida Maria Alves (1943-1983) que rompeu com padrões tradicionais de gênero, lutou contra o analfabetismo e a exploração, defendeu a reforma agrária e acabou sendo assassinada.

Confira aqui o edital completo e as fichas de inscrição.

segunda-feira, agosto 25, 2014

Cartaz do Ministério da Justiça / Conselho Nacional de Justiça Sobre Violência Contra a Mulher


No dia 7/8/2014, a Lei 11.340/2006, conhecida como Maria da Penha, completou 8 anos. A Lei tornou mais severa a punição de agressores. Se denunciado pela vítima, ou qualquer pessoa que tenha presenciado tais abusos, o agressor poderá ser preso em flagrante ou ter a prisão preventiva solicitada pela autoridade policial.
Lembre-se que a Lei Maria da Penha vale mesmo sem a queixa da agredida. 


Denuncie! Ligue 180

O assédio moral é configurando por atitudes que violam a ética nas relações de trabalho, praticada por um ou mais chefes contra seus subordinados. Trabalhador, fique atento aos seus direitos!

O estupro é previsto como crime hediondo em nosso país, assim como uma série de outros crimes. Confira a Lei n. 8.072/1990: http://bit.ly/1t0ktVD.


segunda-feira, agosto 04, 2014

Quem é contra o aborto no mundo????


Fonte: The Blue Street Journal

"Querido Daily Mail" é o título da Carta Protesto de Amanda Palmer ao periódico britânico

Amanda Palmer

Amanda Palmer é uma artista americana que despontou como vocalista e pianista da banda The Dresden Dolls. Atualmente desenvolve prestigiada carreira solo.
Depois de um  artigo pouco lisonjeador, feito a Amanda Palmer, pelo periódico Daily Mail. O artigo desse periódico ao invés de se referir à sua música e ao seu show, só dá destaque ao seu corpo e seu vestuário, publicando uma foto sua com um mamilo fora do soutien, durante a atuação em Glastonbury.  A artista, decidiu responder totalmente despida, com uma carta aberta em forma de canção  em protesto à publicação britânica, conforme vídeo abaixo.

sexta-feira, julho 25, 2014

quinta-feira, julho 03, 2014

Mulheres Negras avançam cada dia mais em Minas Gerais !


 Por Mônica Aguiar


O III Seminário de Planejamento do Fórum  Mulheres  Negras de Minas Gerias foi realizado nos últimos dias  28 e 29 , na Escola Sindical em Belo Horizonte. "Um sucesso total  colocar na  programação o jogo do Brasil . Um momento de grande confraternização e muita alegria ! "(afirma Rita Cataguases). 
Após confraternização sem se abater pelo cansaço e euforia da vitória um grande debate foi realizado em prol  das agendas no Estado, considerando o calendário eleitoral nacional, a atual conjuntura econômica e social a disputa dos projetos políticos no Brasil e em Minas Gerais,  além dos  informes das cidades presentes, Reforma Politica, a instituição do dia Internacional da Mulher Negra Latina Americana e Caribenha no calendário nacional e a Marcha Nacional de Mulheres Negras . 



É visível o avanço no processo de empoderamento da mulher na sociedade latinoamericana e caribenha. Demonstração disto é a ascensão das mulheres que tiveram e se mantém ao posto mais alto do país: Atualmente contamos com a presidenta, Dilma Rousseff(Brasil) eleita e Cristina Kirchner reeleita ( Argentina),  reconhecidas pelo projeto político e pelos destinos para os quais conduzem seus países. Essa conquista, contudo, demonstra a necessidade de, também, priorizar-se a questão racial no enfrentamento as desigualdades ainda existentes e sem recorte .  
O Dia Internacional da Mulher Negra Latino Americana e Caribenha, comemorado em 25 de julho, é mais do que uma data comemorativa; é um marco internacional da luta e resistência da mulher negra contra a opressão de gênero, o racismo e a exploração de classe. Foi instituído, em 1992, no I Encontro de Mulheres Afro-Latino-Americanas e Afro-caribenhas, para dar visibilidade e reconhecimento a presença e a luta das mulheres negras nesse continente.
Assim o Fórum fecha sua atividade dia 29, com mesmo pique de comemoração por ter aprovado várias atividades em seu calendário do mês de julho " Tereza de Benguela e da Mulher Negra" : 



20 de julho - Roda de conversa com Religiosas de Matrizes Africanas no Vale do Aço.  
25 de Julho - Homenagem as Mulheres Negras do Estado de Minas Gerais Montes Claros ..
31 de Julho -  DIA D Ato cultural com divulgação do Manifesto NEGRAS, NEGRAS, NEGRAS ! Esta atividade tem com objetivo ser realizada com panfletagem do Manisfesto cobrindo  simultaneamente todas  regiões do  Estado das Minas Gerais no mesmo horário.
   


  • JUIZ DE FORA : Calçada Alfredo ( em frente ao Banco do Brasil )
  • CATAGUASES: Prç - Chácara Ana Catarina 
  • RECREIO: Prç. dos Ferroviários 
  • MONTES CLAROS : Prç. Dr. Carlos 
  • Metropolitana  Prç. SETE em Belo Horizonte 
  • UBERLÂNDIA  : a definir  
  • IPATINGA : a definir 
  • ALFENAS : a definir 
  • POMPEU : Prç  Carlos Eloi

A direção constituirá um calendário NEGRAS, NEGRAS , NEGRAS ! para divulgar agendas constituídas no Estado e no Brasil do mês de JULHO.
A Direção do Fórum  felicita a vinda de grandes DIRIGENTES NEGRAS á composição de sua  DIREÇÃO ESTADUAL :  

  • Ana Amélia : Recreio
  • Luiza Helena: Cataguases  
  • Sheila Botelho : BH 
  • Lúcia Livramento : Santa Luzia 
  • Marisa Vieira : BH 
  • Jéssica Carolina : BH

sexta-feira, junho 06, 2014

Lançamento da campanha Pequim + 20 “Empoderar as mulheres. Empoderar a humanidade. Imagine!”


22.05.20014 - ONU Mulheres faz  um chamado para cidadãs e cidadãos no mundo colocarem a Igualdade de Gênero em foco.


Logotipo Pequim + é inspirado na liberdade e na autonomia das mulheres  

A ONU Mulheres lançou uma importante campanha no período prévio à comemoração do 20º aniversário da histórica 4ª Conferência Mundial sobre a Mulher, realizada em Pequim. Um ano de atividades em todo o mundo pretende mobilizar tanto os governos como cidadãos e cidadãs para imaginar um mundo em que a igualdade de gênero seja uma realidade e se unir a um debate mundial sobre o empoderamento das mulheres com a finalidade de empoderar a humanidade.
Os eventos estarão centrados nos avanços e nas lacunas para a igualdade de gênero e o empoderamento das mulheres nos 189 governos que adotaram a Declaração e a Plataforma de Ação de Pequim de 1995. Esta proposta visionária abre o caminho para uma plena e igualitária participação das mulheres em todos os âmbitos da vida e na tomada de decisões.
“A Plataforma de Ação de Pequim é uma promessa ainda não cumprida para as mulheres e meninas”, declara Phumzile Mlambo-Ngcuka, Diretora Executiva da ONU Mulheres. “O nosso objetivo é claro: renovar o compromisso, fortalecer a ação e incrementar os recursos para alcançar a igualdade de gênero, o empoderamento da mulher e o cumprimento dos direitos humanos das mulheres e meninas”.
A Conferência Mundial sobre a Mulher de Pequim teve a presença de 17.000 participantes e 30.000 pessoas assistiram ao fórum de ONGs. Em 2015, as Nações Unidas avaliarão o processo nos últimos 20 anos na aplicação da Plataforma de Ação de Pequim, baseando-se nos relatórios nacionais que estão sendo preparados pelos Estados-membros da ONU.
A campanha se iniciará com um twitaço global durante um dia. São grupos participantes da ação: ONU, Lean In, Associação Cristã Feminina Mundial, Associação Mundial das Guías Scouts, Half the Sky, Lobby Europeu das Mulheress, Centro de Mulheres e Mídia, Devex e outras e outros especialistas regionais e nacionais.
A ONU Mulheres apresentará um centro de informação mundial que contará com várias declarações e testemunhos de pessoas sobre as suas experiências pessoais referentes aos avanços de direitos, celebridades defensoras da causa, assim como um calendário para acompanhar os acontecimentos de Pequim +20. A plataforma web HeforShe (EleporEla) mostrará homens com destaque que atuam para POR fim À violência contra as mulheres e PARA fomentar a igualdade. A ONU Mulheres apoiará a participação através da sua rede de escritórios nacionais e apresentará uma aplicação interativa para o facebook chamada “Cerremos la brecha junt@s” (Fechemos a brecha junt@s).
“O aniversário se comemora num momento histórico”, assinala Mlambo-Ngcuka, da ONU Mulheres, “pois os países de todo o mundo combinam esforços para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio em 2015 e definir um novo marco para o desenvolvimento mundial. Temos que aproveitar essa oportunidade única nessa geração para colocar de forma firme a igualdade de gênero, os direitos e o empoderamento das mulheres entre as prioridades da agenda mundial e fazer com que isso seja uma realidade”.
Durante a campanha estão planejados vários acontecimentos relevantes em todo o mundo. No mês de junho, dezenas de milhares de pessoas se reunirão na Suécia para promover a proteção dos direitos humanos das mulheres e meninas. Na Conferência sobre o Clima, em setembro, em Nova Iorque, outro acontecimento reunirá Chefas de Estado e ativistas. Em novembro, na Índia, homens e meninas demonstração seu apoio em favor da igualdade de gênero.
A comemoração formal do 20º aniversário acontecerá durante o 59º período de sessões da Comissão sobre a Condição Jurídica e Social da Mulher e o Dia Internacional da Mulher de 2015, os quais serão dedicados a Pequim + 20. Também está programada, para setembro de 2015, uma reunião de alto nível para a adoção de compromissos.
Durante as duas últimas décadas ocorreram progressos importantes nos direitos jurídicos, avanços na educação e na participação de mulheres na vida pública. Contudo, ainda há muito por fazer para acabar com a desigualdade de gênero nos salários e nas oportunidades, a baixa representação de mulheres nos cargos de liderança tanto no setor público como no privado, o casamento infantil e a desenfreada violência e outras violações que acometem mulheres e meninas.
“Faço hoje um chamado a todos e todas no mundo para que sejam parte da solução”, destaca Mlambo-Ngcuka. “Imagine. Juntas e juntos podemos alcançar a promessa de Pequim: igualdade entre mulheres e homens”.

sábado, maio 03, 2014

É Preciso Acabar Já Com a Violência Contra a Mulher!



Não seja cúmplice de violência doméstica: se você tem uma vizinha, amiga ou familiar sofrendo violência, denuncie! #Disque180

Seminário Faces da Violência Contra A Mulher


Realização: 7 de maio às 14 h, Plenário 9, Anexo II da Câmara dos Deputados

sábado, abril 19, 2014

sábado, abril 05, 2014

FEMICÍDIO


Conselho Nacional de Justiça (CNJ)



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HOY ....HOY TE EXTRAÑO MUCHO .......TRATARE DE SEGUIR PIDIENDO JUSTICIA POR VANESA SOLEDAD CELMA !!!NI UNA MUERTE INDIFERENTE ............
Tradução: HOJE...HOJE SINTO SUA FALTA...VOU TENTAR CONTINUAR BUSCANDO JUSTIÇA POR VANESA SOLEDAD CELMA!NEM UMA MORTE INDIFERENTE...
Fonte: Eva Concepcion Dominguez - Faceboock - 13 de agosto de 2012

BREVE CRONOLOGIA DA LUTA FEMINISTA PELA CONQUISTA DE DIREITOS NA LEGISLAÇÃO BRASILEIRA



sexta-feira, abril 04, 2014

Exploração Sexual Infantil é Crime Hediondo

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) está apurando junto ao Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) como está a tramitação de processos sobre exploração sexual de crianças e adolescentes. Assista ao vídeo: http://bit.ly/1d60BmV


Explorar sexualmente crianças e adolescentes é crime.

sábado, março 29, 2014

MAIORIA DIZ QUE MULHER COM ROUPA CURTA 'MERECE' SER ATACADA, CONSTATA PESQUISA IPEA


Um estudo divulgado nesta quinta-feira (27) pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) revela que a maioria da população brasileira acredita que "mulheres que usam roupas que mostram o corpo merecem ser atacadas" e que "se as mulheres soubessem como se comportar, haveria menos estupros".

Essa é uma realidade triste e perversa para a mulher brasileira, principalmente, quando as mulheres que concordaram foi maioria

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Galeria de Cartazes a Favor Dos Direitos Inalienáveis da MULHER

Esses cartazes e outros, que espero, serão ainda postados daqui por diante, estará na galeria de cartazes que estou iniciando aqui no meu blog como Ato de Resistência ao machismo arraigado que tanto causa males de toda ordem à mulher.  Estou esperando o máximo de contribuições com o envio de outros pra eu postar aqui, pois a ideia e mostrar que temos uma corrente forte de pessoas - mulheres e homens que não aceitam a violência de gênero nem a desigualdade entre os sexos e somos favoráveis a cidadania plena da mulher e paridade em todos os fazeres e saberes. E que queremos mulheres na política que sejam comprometida com os nossos anseios de autonomia e que estejam dispostas a lutar inteiramente no parlamento pelas nossas causas denunciando a nossa legislações que ainda é discriminatórias respaldando valores crenças e ideologias misóginas, androcêntrica e patriarcalista para que só assim possa se propor novos marcos legais que estabeleça uma série de mecanismos jurídicos para a implementação de políticas públicas e sua inteira efetivação.


O problema não é o decote, é o poder

Mais do que revelar um quadro de crenças confusas, a pesquisa aponta um quadro de tolerância macabra com a violência contra as mulheres.



















Conselho Nacional de Justiça (CNJ) Sobre a Lei Maria da Penha, acesse: http://bit.ly/1lyrVDL.

CAMPANHA: "QUEBRE O SILÊNCIO" - Campanha: "Quebre o Silêncio"
Ano: 2005
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Campanha: "Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra as Mulheres"
Ano: 2002
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DEPOIMENTOS

Miss Mundo contra la violencia sexual

Linor Abargil se quitó la corona para defender como abogada a las mujeres.


La hija de Gregory Peck ha llevado su historia, incluida una violación, al cine.

Los ojos de Linor Abargil –sombra lila, rímel negro, exceso de purpurina- estaban cargados de lágrimas. Su boca tan pronto se congelaba, apretando los labios, como dejaba escapar una extraña sonrisa. Con la corona de Miss Mundo sobre su cabeza, su reacción parecía natural, el desconcierto de la ganadora. Pero había más: apenas seis semanas antes de ganar el concurso en las Islas Seychelles en 1998 la joven israelí había sido brutalmente violada a punta de navaja. Solo su familia y la Policía lo sabían. Desde el mismo juicio, en el que hizo un ejercicio de valor muy poco común en un país acostumbrado a no airear estos casos, se convirtió en el símbolo nacional contra los abusos sexuales. De modelo y actriz pasó a ser abogada penalista y a representar a mujeres que han atravesado una experiencia como la que ella tan bien conoce. Su labor ahora ha quedado reflejada en un documental, La valiente Miss Mundo (Brave Miss World), que se encuentra de gira mundial.Abargil –de 34 años, hoy trocada en judía ortodoxa y madre de tres hijos- explica que llevar a la luz el drama de la violación es la única “píldora” que conoce para “sacar del cuerpo” algo tan “duro, tan malo” y evitar que se convierta en un “tumor”. “Siento que tengo el privilegio de poder ayudar a otras mujeres”, ha declarado a la agencia Associated Press. Lo tuvo claro desde el principio gracias, sobre todo, a su madre, Aliza. Fue a ella a la que llamó entonces. “Me ha engañado. Me ha violado. Ha tratado de matarme”, recuerda la madre en el documental, dirigido por Cecilia Peck -hija del actor Gregory Peck- y que estos días se proyecta en una decena de ciudades de Estados Unidos y ha pasado ya por ocho festivales internacionales.
Linor, una chiquilla de Netanya de origen marroquí, no tenía aspiraciones de miss. No le gustaba el concurso, por rancio. Pero el premio era bueno: un viaje a Tailandia y un coche. Así que se presentó a la edición nacional y la ganó. Era marzo del 98. En septiembre ya estaba en Milán con una agencia de modelos. Acabado el primer mes de trabajo quiso volar a Israel para ver a su familia. Acudió al propietario de una agencia de viajes del que le dieron buenas referencias, un israelí de origen egipcio llamado Uri Shlomo Nur. El vendedor le dijo que no había vuelos disponibles desde Milán a Tel Aviv pero se ofreció a llevarla en coche a Roma, donde habría más posibilidades. En el camino se apartó de la autovía, paró el coche tras unos matorrales, apuñaló a la joven y, navaja en mano, la violó. Trató de estrangularla, pero ella logró escapar. No se ocultó. Fue a la Policía y fue sometida a los determinantes análisis de muestras y ADN que luego mandarían a Nur a la cárcel. Al llegar a Israel tramitó otra denuncia. En noviembre ganaba Miss Mundo. “Lo último que quería hacer era estar en ese escenario”, confiesa.
Durante semanas guardó silencio, “un tiempo especialmente duro, con miedo hasta a salir a la calle”, porque las autoridades habían planeado una estrategia para su agresor: Israel e Italia se coordinaron para hacer que el hombre, también judío, viajase a Tel Aviv y, entonces, detenerlo para ser juzgado en el país de su víctima. La jugada salió bien y Nur fue condenado a 16 años de prisión. Saldrá libre este verano. Abargil, en el juicio, no usó un nombre falso, no ocultó su rostro ni distorsionó su voz. “La violación no me define, no puede hacerlo”, repite ahora. A ello sumaba el convencimiento de que por su visibilidad en la sociedad podía convertirse en el altavoz de otras víctimas, a las que “nadie” cree. “Esa estúpida corona no habría significado nada para mí si no me hubiera dado una plataforma para denunciar”, reflexiona. Reconoce que romper el “tabú” y mostrarse “herida” ante todos ha sido muy difícil, pero se siente compensada.
Durante un tiempo siguió conectada a la moda, luego se casó con el jugador de baloncesto Sarunas Jasikevicius (Barcelona, Maccabi, Indiana Pacers) y se fue a Estados Unidos a vivir. Tras un año de matrimonio, se separó y regresó a Israel. Fue directa a la Facultad de Derecho. Tenía que ser de ayuda para las víctimas en “todas” las facetas posibles. En 2008 abrió una web de denuncias. Hoy es una de las principales letradas de la jurisdicción de Tel Aviv. Hace cuatro años se casó de nuevo y accedió a rodar el documental que Peck le proponía, en el que hablan ella, su familia y decenas de mujeres de todo el mundo víctimas de violaciones. Algunas confiesan su drama por primera vez. La cinta incluye a actrices como Joan Collins, que se casó con el hombre que la violó a los 17 años, o Fran Drescher, abusada con una pistola en la sien por unos ladrones que entraron en su casa.
La Asociación de Centros de Crisis por Violaciones de Israel constata que gracias a su juicio se “dispararon” las nuevas denuncias, un fenómeno similar al que se dio en 2011 cuando el expresidente del país, Moshe Katsav, fue condenado a siete años de prisión por violación y acoso sexual a varias de sus funcionarias. Un impulso en un país donde el 39% de las violaciones aún no se revelan. Según este centro, una de cada tres israelíes ha sido violada o asaltada sexualmente y cada año se denuncian unos 2.000 casos, pese a que reciben llamadas por más de 8.000. Hay 300 casos anuales, además, de agresiones a menores de edad.

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“A violência sexual do meu vizinho de poltrona me surpreendeu e me chocou muito, pois com cerca de 15 minutos de filme o mesmo ejaculou na minha perna." 

A Polícia Civil começou a investigar uma suspeita de assédio sexual sofrido por uma advogada dentro do cinema do Plaza Shopping, em Casa Forte.
Tudo sobre o caso nesta sexta-feira, no Diario de Pernambuco - Vida Urbana - C2
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